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segunda-feira, 11 de março de 2019
Lobinho cheio de pulga
Lobinho cheio de pulgas
Lobinho fica se coçando porque está cheio de pulgas
Confira esse vídeo do Lobinho que estaá cheio de coceira por causa das pulgas
Lobinho (Cerdocyon thous) é mamífero da família dos canídeos (incluindo espécies como o Lobo-guará, Raposa-do-campo e o Cachorro-do-mato-vinagre), e se encontra dividido pela América do Sul. É, também conhecido como: cachorro-do-mato, graxaim-do- mato, graxaim, raposa, lobete crab-eating fox, crab-eating zorro, common zorro, zorro de patas negras, perro de monte, lobo, zorro de monte, zorro perro, zorro común, zorro perruno; sendo esses nomes para diferentes regiões, sendo as últimas em espanhol.
Três, das suas cinco subespécies , podem ser encontradas no Brasil, sendo elas: C.t. entrerianus, encontrada no sul e sudeste do Brasil; C. t. azarae, no sudeste, centro-oeste, assim como a C.t. thous, ambas podem ser localizadas no nordeste e norte do Brasil.
É uma espécie considerada notívaga (seres que possuem maior atividade durante a noite), com tamanho aproximado em 65 cm de comprimento e 40 cm de altura, pesam entre 5 e 8 kg. Esses animais dispõem de uma pelagem cinza-clara de base amarelada e sua faixa dorsal é negra (estendendo-se da nuca à extremidade da cauda que apontada para trás e para o chão com grande quantia de pelos longos e escuros). Há também indivíduos com pelagem diferente, mais clara, em um mesmo local, que pode ser observado no norte do Pantanal e na Mata Atlântica em São Paulo, tornando-se necessários mais estudos acerca das diferenças de coloração. Possuem patas escuras (ou pretas) e orelhas arredondadas, medianas e escuras nas pontas. Focinho comprido e moderadamente estreito. Abrigam-se em ocos de árvores e tocas. É uma espécie que não apresenta dimorfismo sexual (diferentes características não sexuais entre entre indivíduos macho e fêmea). São indivíduos onívoros, assim sua dieta inclui frutas e também presas animais, incluindo-se carcaças de animais mortos. E, como consequência desta última, podem ser atropelados, pelo consumo de carcaças animais às margens da pista. Pesquisas apontam que que está no topo da lista de animais silvestres que morrem atropelados.
O lobete é um canídeo que avistado em vários habitats incluindo todos os tipos de ambientes, sendo esses: Savanas (Cerrado, preferindo áreas de cerradã ), Florestas Subtropicais, Florestas espinhosas de cactus, matas arbustivas, Caatinga, Planícies e Campos, dentre outros. É disseminado pela América do Sul, aparecendo no Norte da Colômbia; Venezuela; distribuído no Brasil; em todo Paraguai e Uruguai; norte da Argentina; na Bolívia a leste dos Andes; sendo pouco registrados em Suriname e Guiana. Foi registrada no Panamá recentemente.
Na Amazônia, suas localizações são nordeste do rio Amazonas e rio Negro, sudeste do rio Amazonas e Araguaia. Na Bolívia, é encontrado ao sul do rio Beni.
Estudos realizados e comparados a um dos estudos realizados pela Universidade Federal de São Carlos, pelo Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Recursos Naturais, observa-se as utilizações de recursos do habitat e padrões indicam certa aproximação da espécie com regiões alteradas e cultivadas.
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019
Tiziu cantando na natureza
Tiziu cantando na natureza
Tiziu (Volatinia jacarina)
Seu nome científico significa: do (latim) volatinia diminutivo de volatus = voo, pequeno voo; e do (tupi) jacarini = aquele que voa para cima e para baixo. ⇒ Pássaro de voo curto que voa para cima e para baixo. Esta referência é peculiar ao tipo de voo praticado por esta ave, que ao mesmo tempo que salta para cima e pousa no mesmo local de origem, emite seu canto característico “ti” “ti” “tiziu”.
Alimenta-se principalmente de sementes de gramíneas como a braquiária, mas também captura insetos. Costuma frequentar comedouros com sementes e quirera de milho.
Procria em qualquer época do ano, pelo menos em algumas regiões quentes próximas à linha do Equador, como em Belém (PA). Quando solta seu canto (semelhante ao som da palavra “tiziu”, o que lhe valeu o nome popular), principalmente durante a reprodução, o macho dá um salto curto para o ar e mostra uma região branca sob a asa, voltando a empoleirar-se no mesmo local. Acredita-se que este ritual seja para defender seu território. Faz ninho na forma de uma xícara fina e profunda, sobre gramíneas. Põe de 1 a 3 ovos branco-azulados com pontos marrom-avermelhados.
Estes pequenos pássaros são vistos com grande frequência, geralmente aos pares, em áreas alteradas, descampados, savanas, campos e capoeiras baixas da América do Sul, exceto no extremo sul. Vive aos pares durante o período reprodutivo, porém, fora deste, reúne-se em bandos que podem chegar a dezenas de indivíduos. Nestas situações, frequentemente mistura-se a outras espécies de pássaros que alimentam-se de sementes. Em regiões do Sudeste e Sul do País, como em São Paulo, desaparece durante o inverno, migrando para regiões mais quentes.
Presente em todo o Brasil e também do México ao Panamá e em todos os países da América do Sul.
Link do vídeo: https://youtu.be/VUgYlTl0OsM
terça-feira, 12 de fevereiro de 2019
Sanhaço-cinzento
O sanhaço-cinzento ( Tangara sayaca ) é uma ave passeriforme da família Thraupidae. Também conhecido como sanhaço-do-mamoeiro, sanhaço, sanhaço-comum, sanhaço-da-amoreira, e no Nordeste como pipira-azul e sanhaço-azul (Natal/RN) e sanhaçu de ateira (Ceará).
Alimentação
Frutos, costuma consumir muito o fruto da aroeira-mansa (Schinus terebinthifolius), folhas, brotos, flores de eucaliptos e insetos, entre estes os alados de cupim (“aleluias” ou “siriris”) capturados em voo.
Link do vídeo: https://youtu.be/4hgxM2-s8B0
domingo, 27 de janeiro de 2019
Macaco prego aprontando
Macaco prego aprontando
Macaco-prego (Sapajus libidinosus) é uma espécie de macaco-prego, um macaco do Novo Mundo da família Cebidae e gênero Sapajus. Faz parte do complexo específico Cebus apella e já foi considerado uma subespécie de Cebus apella. Considerado como espécie propriamente dita por Groves (2001).
Ocorre no Brasil central e nordeste, a oeste e norte do rio São Francisco e leste do rio Araguaia, ocorrendo nos estados do Maranhão, Piauí, Ceará, leste e centro do Rio Grande do Norte (oeste de Jucurutu), noroeste da Paraíba e oeste de Pernambuco e Alagoas. Ocorre em Minas Gerais, ao norte do rio Grande e partes do leste da Bolívia. É típico das formações xeromorfas, como a Caatinga e o Cerrado até 600 m acima do nível do mar. Ocorre nas florestas de galeria e nos brejos de altitude.
Alimenta-se principalmente de insetos e frutos, como os de palmeiras. Esses animais utilizam pedras para se alimentar de cocos e as populações da caatinga utilizam ferramentas frequentemente para obter alimento e água. De fato, são os únicos macacos do Novo Mundo que utilizam ferramentas espontaneamente em ambiente natural para quebrar cocos. São animais diurnos e passam a maior parte do tempo forrageando e se deslocando pelo território, que tem cerca de 300 hectares. Os grupos têm geralmente nove indivíduos, mas já foi relatado um grupo com 53 animais, no oeste do Rio Grande do Norte. Os grupos são bastante coesos e as fêmeas possuem um forte sistema hierárquico. São geralmente arborícolas, mas as populações de regiões mais abertas frequentemente adotam hábitos terrestres. A reprodução é muito similar à de outras espécies de macacos-pregos, mas são necessários mais estudos. As fêmeas possuem um comportamento sexual proceptivo, e os machos não costumam utilizar de métodos coercitivos para conseguir cópulas.
A espécie é listada como "pouco preocupante" pela IUCN, principalmente devido à sua ampla distribuição geográfica, embora seu habitat esteja em acelerado processo de desmatamento, e seja necessário um monitoramento mais refinado de suas populações. É, também, caçado ao longo de toda sua área de ocorrência. Ocorre em muitas unidades de conservação no Brasil, como o Parque Nacional da Serra da Capivara.
Cientistas constataram nesta espécie, em várias populações selvagens, o uso de ferramentas percussivas de pedra ("martelo e bigorna", uma superfície plana e dura como base, e uma pedra solta, com a qual o macaco bate contra algum tipo de alimento que necessite ser quebrado). Após essa constatação, percebeu-se que a espécie se encaixa no modelo teórico tripartite de desenvolvimento de cultura do bioantropólogo holandês Carel van Schaik, da Universidade Duke (Estados Unidos). Isso faz com que o Sapajus libidinosus entre para a lista dos poucos animais com capacidade de desenvolver cultura.
Algumas populações dessa espécie podem apresentar uma cultura de uso de ferramentas bem mais complexo. Os grupos que vivem no Parque Nacional Serra da Capivara habitualmente usam ferramentas de pedra e de madeira para obter alimento, além de usar esses objetos também para comunicação e ameaças. Essa população é a única conhecida, até o momento, a apresentar esse nível de variação e complexidade. Apesar de macacos de outras populações usarem habitualmente ferramentas de pedra, geralmente eles só as usam para uma finalidade (p.ex. quebrar cocos), não tendo nenhuma outra população a variedade e complexidade dos macacos-prego da Serra da Capivara no comportamento de uso de ferramentas. Estudos arqueológicos sobre o uso de pedras pelos macacos-prego nesse local revelaram que esse comportamento ocorre há, pelo menos, 700 anos.
Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Sapajus_libidinosus
Link do vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=zEa63WtykPc
sábado, 26 de janeiro de 2019
Quero-quero
O quero-quero ( Vanellus chilensis ), quem-quem, tetéu, xexéu ou também conhecido como abibe-do-sul é uma ave da ordem Charadriiformes da família Charadriidae.
O quero-quero se alimenta de invertebrados aquáticos e peixinhos que encontra na lama. Para capturá-los, ele agita a lama com as patas para provocar a fuga de suas presas. Também se alimenta de artrópodes e moluscos terrestres.
Na primavera, a fêmea põe normalmente de três a quatro ovos. Nidificam em uma cavidade esgravatada no solo; os ovos têm formato de pião ou pera, forma adequada para rolarem ao redor de seu próprio eixo e não lateralmente, sendo manchados, confundindo-se perfeitamente com o solo. Quando os adultos são espantados do ninho fingem-se de feridos a fim de desviar dali o inimigo; o macho, torna-se agressivo até mesmo a um homem. Os filhotes são nidífugos: capazes de abandonar o ninho quase que imediatamente após o descascamento do ovo.
Costuma viver em banhados e pastagens; é visto em estradas, campos de futebol e próximo a fazendas, frequentemente longe d'água. O quero-quero é sempre o primeiro a dar o alarme quando algum intruso invade seus domínios. É uma ave briguenta que provoca rixa com qualquer outra espécie habitante da mesma campina. As capivaras tiram bom proveito da convivência com o quero-quero, pois, conforme a entonação, o grito dessa ave pode significar perigo. Então os grandes roedores procuram refúgio na água.
Essa característica faz do quero-quero um excelente cão de guarda, sendo utilizado por algumas empresas que possuem seu parque fabril populado por estas aves.
Nativa da América do Sul , onde é muito comum em muitas áreas da Bolívia , Brasil , Chile , Colômbia , Venezuela , Paraguai e Peru , e nas planícies da Argentina e Uruguai , sendo neste último o símbolo da equipe nacional de rúgbi e o pássaro nacional.
Embora viva em espaços abertos e até mesmo em áreas urbanas, sua presença é mais comum nas proximidades de barrancas e lagoas. Pode ser também muitas vezes visto descansando nos jardins, por seus movimentos simpáticos, alimentando de insetos e muito alerta que faz com que alguns usá-lo como um personagem sinal de alerta.
https://www.wikiaves.com.br/wiki/quero-quero
terça-feira, 25 de dezembro de 2018
A Capivara e a Lavadeira Mascarada
Olá, galerinha!
Bem vindos a mais um vídeo do Canal Maravilhas do Planeta Azul!
Hoje, trouxemos para você, uma relação ecológica muito legal!
Vocês sabem o que essa lavadeira-mascarada está fazendo perto da Capivara?
Ela está se alimentando de insetos e carrapatos que atormentam a Capivara.
Esse tipo de relação é conhecido como uma PROTOCOOPERAÇÃO.
Mas o que isso significa?
Significa que tanto a lavadeira-mascarada, como a Capivara estão sendo beneficiadas. A lavadeira-mascarada consegue seu alimento e a Capivara se livra de alguns parasitas. Mas, apesar de ambas se ajudarem, nenhuma delas depende, necessariamente, disso para viver.
Gostou do vídeo de hoje?
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Curtindo os vídeos e deixando seu comentário você, também, ajuda bastante o Canal Maravilhas do Planeta Azul a espalhar o respeito e amor a natureza.
Muito obrigado por assistir e fique com Deus!
Capivara (Hydrochoerus hydrochaeris)
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Rodentia
Subordem: Hystricomorpha
Infraordem: Hystricognathi
Parvordem: Caviomorpha
Superfamília: Cavioidea
Família: Caviidae
Subfamília: Hydrochoerinae
Gênero: Hydrochoerus
Espécie: H. hydrochaeris
Lavadeira-mascarada (Fluvicola nengeta)
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Passeriformes
Família: Tyrannidae
Género: Fluvicola
Espécie: F. nengeta
A protocooperação é uma relação ecológica interespecífica harmônica não obrigatória, na qual há vantagens recíprocas entre as espécies que se relacionam, ou seja, ocorre comum beneficiamento entre ambos os organismos, vivendo de forma independente.
Link do vídeo: https://youtu.be/noaCcfMiwy4
segunda-feira, 24 de dezembro de 2018
Xexeu cantando
O Xexéu é uma ave da ordem dos Passeriformes, da família Icteridae.
Espécie muito conhecida no Norte e Centro-oeste do País. Conhecido também como japiim, japiim-xexéu, japim, japuíra, joão-conguinho, xexéu-de-bananeira (Nordeste) e xexéu.
Onívoro, alimenta-se principalmente de frutos e sementes. Saqueia às vezes ninhos de outros pássaros. Tem predileção pelas mangas(Mangifera indica),frequentando com assiduidade em grandes grupos, os manguerais urbanos.
Presente em regiões separadas:
em toda a Amazônia, estendendo-se para o sul até o Mato Grosso do Sul e Goiás e;
no nordeste, do Maranhão ao noroeste do Ceará e do Pernambuco ao sul da Bahia;
e em Minas Gerais
Encontrado também no Panamá e em todos os demais países amazônicos - Guianas, Venezuela, Colômbia, Equador, Peru e Bolívia.
Atinge a maturidade sexual aos 24-36 meses. Reproduzem em colônias, onde reina a poliginia (um macho acasalando com várias fêmeas). Faz ninho de folhas de palmeiras, gravetos e capim com a forma de uma bolsa pendurada com 40 a 70cm de comprimento, relativamente curta e larga quando comparada ao dos japus. Os ninhos ficam agrupados em colônias, instaladas freqüentemente em árvores baixas, algumas vezes sobre a água, nos galhos em que haja a presença de formigueiros e de alguns vespeiros. Às vezes os ninhos podem estar na mesma árvore que os de japus, porém é mais comum estarem em uma árvore adjacente ou isolados. Põe 2 a 3 ovos branco-azulados com manchas, pontos e listras marrom-escuras ou pretas, tendo de 2 a 3 ninhadas por período reprodutivo.
fonte: https://www.wikiaves.com.br/wiki/xexeu
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